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Nova Proposta Salarial é Rejeitada Pelos Bancários

Publicado em 29/09/2016

Greve dos bancários chega ao 24° dia e população sofre!

 

Reuniram-se nessa quarta-feira dia 28/09 a CONTRAF – Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e a FENABAN – Federação Nacional dos Bancos a fim de pautar assuntos inerentes à nova proposta salarial aos bancários. A proposta salarial não foi aceita e, os bancários decidiram por manter a greve que hoje completa 24 dias.

Ontem (28) a greve apresentava paralisação em 57% dos postos de atendimentos (agências e centros administrativos) em todo o Brasil. Isso corresponde a 13.254 agências e 28 centros de apoio.

 

A preocupação

 

Comparada à greve de 2015 que duraram 21 dias, a de agora já é considerada tão longa e muito “preocupante sem sequer uma previsão de possível acordo” haja vista que já foram duas propostas recusadas pela classe.

Em meados de 1951 ocorreu a greve bancária considerada a mais longa da história, com exatos 69 dias de paralisação. Em 2004 houve outra significante com 30 dias.

 

As negociações

 

A FENABAN em segunda proposta (28) ofertou aos bancários o abono para R$ 3.500,00, e um adicional de 7% de reajuste, extensivo aos benefícios. Tal proposta salarial foi rejeitada pela classe e sindicatos.

Os sindicatos alegam que a oferta não cobre as perdas salariais dos bancários dos quais almejam reposição da inflação do período (sem reajuste) acrescidos de 5% de aumento real e, valorização do piso salarial (aproximados R$ 3.940,24), além de uma melhoria nas condições de trabalhos. A classe ainda reivindica um PLR de três salários, importância esta correspondente a R$ 8.317,90.

 

imagem artigo - greve

 

 

Atendimento geral

 

A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos por meio de nota reforça aos clientes que, estes podem se valer dos serviços disponíveis nos caixas eletrônicos (exceto pagamento de contas vencidas) bem como os serviços prestados pelos correspondentes bancários (casas lotéricas, postos dos correios e outros). Saques, depósitos, transferências, pagamentos dentre tantos são exemplos dos serviços à disposição do público.

 

Serviços importantes e indisponíveis

 

Muitos clientes sendo pessoa física ou não, “são prejudicados” pela “paralisação temporária” de certos serviços disponíveis, disponíveis excepcionalmente com atendimento presencial, tais como: tomada de empréstimos, renegociações, saques de consideráveis valores, abertura e/ou encerramento de contas etc.

A “greve é um direito constitucional a todos os trabalhadores do país” desde que essa seja de decisão coletiva.

É compreensível e admissível os bancários reivindicarem melhores condições de trabalho. Todavia, “não é admissível” a população ser prejudicada de tamanha forma visando à quantidade de dias que se arrasta essa “briga por valores e direitos”.

Precisa haver um “bom senso” de ambas as partes LEMBRANDO que por trás dessa briga há inúmeras “pessoas sendo prejudicadas”.

 

 

É... foi um bom artigo, não? ;)
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Sobre o Autor
• Juliano Lucio Santos da Silva • Contador • CRC n° SP-295043/O-2