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Contabilidade como criadora de Riqueza

Publicado em 01/12/2013
Contabilidade como criadora de Riqueza

Contabilidade como criadora de Riqueza

Nestes anos como prestador de serviços contábeis me deparei com inúmeras situações profissionais um tanto quanto peculiares, atrás da mesa no escritório ou nas varias visitas às empresas e suas operações, aprendi a duras penas, que em nossa profissão é exigido uma boa dose de conhecimentos não técnicos que não adquirimos nos bancos universitários.

Nos é exigido um bocado de psicologia para orientar clientes com temperamentos fortes que esquecem que por trás dos números são necessário pessoas para tocar a empresa. Outros tantos que confundem nossa área de atuação com a de outras disciplinas, como o direito, administração de empresas e economia. Ou mesmo quando precisamos retomar para nós áreas nobres de nossa atuação como a Controladoria que querem nos tirar. Escrevo este artigo com paixão pela profissão que sinto, em dizer que sou Contador, escrevo este artigo para lembrar que somos parte da força motriz de economia mundial.

Por sermos dotados de informações fidedignas somos solicitados a todo instante para apresenta-las, sempre, amparados nos Princípios Fundamentais e nas Normas Brasileiras de Contabilidade, somos acima de tudo uma Ciência, considerando a contabilidade em seu aspecto teórico, uma ciência que enuncia e estuda as leis do controle das empresas, economicamente, e deduz as normas oportunas a seguir para que tal controle, seja eficaz, persuasivo e completo. Considerada em sua execução prática, é a aplicação ordenada das ditas normas. (BESTA apud PADOVEZE, 2003, p.4)

Inserido no cenário de empresas de médio e pequeno porte, o contador é um intermediário, na relação, contribuinte, estado, pois ele faz a apuração dos tributos, nos três níveis de poder (federal, estadual e municipal), efetuando sua escrituração, e prestando informações ao fisco. Para que isto ocorra o contador deve obedecer a legislação tributária, que envolve, leis, decretos, atos administrativos e tantos outros atos legais impostos pelo legislador, tanto de poder executivo como do poder legislativo.

Ressalta-se, entretanto, que, em nosso país, em alguns segmentos de nossa economia, principalmente na pequena empresa, a função do contador foi distorcida (infelizmente), estão voltada quase exclusivamente para satisfazer às exigências do fisco.

Para tanto, o contador deve compreender e conhecer profundamente a legislação tributária e seus princípios, mais que qualquer outro profissional da área administrativa, financeira, devido sua responsabilidade quanto a eficácia e eficiência, no gerenciamento de tributos.

Isto porque, além de perder prestígio profissional em razão de quaisquer falhas mais relevantes na interpretação ou na aplicação no dia-a-dia das normas tributárias, pode ser responsabilizado por possíveis prejuízos que causar no exercício profissional, por culpa ou dolo, podendo ser condenados a indenizar o empresário que for prejudicado. Neste sentido o contador tem tido destaque na função de gestor de tributos ou seja no planejamento tributário.

Neste contexto não podemos deixar de lado a função gerencial da contabilidade, aquela que remonta aos primórdios desta ciência que tem por finalidade a geração de informações e controles acerca do patrimônio das entidades, porém vou mais além, temos a responsabilidades de auxiliar a gestão a criar valor para nossas organizações. Não devemos apenas nos preocupar com o resultado do exercícios corrente, seja lucro ou prejuízo, devemos também, nos ater a criação de riqueza, sempre visando a perenidade e prosperidade da entidade em detrimentos aos interesses individuais dos seus gestores.

É... foi um bom artigo, não? ;)
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Sobre o Autor
Contador formado pela UNIMEP - Universidade Metodista de Piracicaba, MBA em Controladoria, Auditoria e Finanças pela FVG e MBA Internacional pela Ohio University. Atua há mais de 15 anos com contador em escritório de contabilidade atendendo clientes de vários portes e segmentos.
  • Jadir Ferze

    Na realidade, nós funcionamos como fiscas da receita (Federal, Estadual e Municipal), sem remuneração.

  • Aline Lopes

    Gostei muito. Parabéns!

  • solange

    Gostei muito, oarabéns.